
Uma estrada foi aberta.
O caminhante a usou.
Fez nela seu caminho e desbravou
Seu destino e sua busca incerta.
Olhou horizontes e muitos viu.
Olhou nuvens e em algumas até se molhou.
Olhou o céu e quase sorriu.
Por fim, perdeu-se em atalhos e não mais voltou.
Boa viagem, errante caminhante!!!
O caminhante a usou.
Fez nela seu caminho e desbravou
Seu destino e sua busca incerta.
Olhou horizontes e muitos viu.
Olhou nuvens e em algumas até se molhou.
Olhou o céu e quase sorriu.
Por fim, perdeu-se em atalhos e não mais voltou.
Boa viagem, errante caminhante!!!
O bom da estrada, é fazer-se parte dela, pois, o caminho só se faz caminhando. E isso é vida.
ResponderExcluirUm abraço
Bom dia, Zé
ResponderExcluirLinda foto.
Estradas sempre me fazem pensar em caminhos, em rumos, em descobertas, em escolhas.
Nelas, muitas vezes, optamos por atalhos. A princípio pode nos parecer que seja só uma forma de encurtar a jornada, mas, sem dúvida, é uma oportunidade de aprendizado. Errante é aquele que não arrisca e, principalmente, o que não volta atrás quando necessário.
Parabéns, poeta, pelo conjunto da obra.
beijo da sua amiga paulista
...se não soubermos para onde
ResponderExcluirqueremos ir, nenhuma estrada
nos servirá de caminho.
por isso tantos desencontros,
e rotas trocadas.
sábios são aqueles que constroem
a sua estrada, jogando sementes
de bem-querer.
um bj, menino!
A sua estrada, amigo, por certo é muito bonita como o poema. Abração
ResponderExcluirNos atalhos o caminhante encontrou sua lida, sua vida, seus amores...
ResponderExcluirlindo dia amigo
beijos
Perder-se em atalhos talvez seja um pretexto para a busca de novos caminhos. Quanto a não retornar, reflete a sede de seguir em frente, rumo ao lar do conhecimento novo.
ResponderExcluirUm abraço!
P.S.: É uma estátua, na fotografia? parece o Gandhi.
P.P.S.: A que blues se refere, amigo Zé? À minha página de música?
Perder-se em atalhos é o que acontece aqui. No blog da Jacinta peguei um atalho e caí aqui, não me perdi, me encontrei nas tuas palavras.
ResponderExcluirUm abraço.
Voltei pra dizer que gostei muito do poema "quando penso em você". Muito bom.
ResponderExcluirValeu.
Oi Zé,
ResponderExcluirNossa adorei esse seu post!
A vida nos mostra que às vezes que a melhor opção nem sempre é o caminho linear, e que os ventos que sopram da curva do destino são fascinates e muitas vezes são atalhos para a felicidade!
É porque não se perder?
Prefiro me perder em atalhos, do que continuar em uma caminhada previsível. realmente prefir as surpresas no caminho!
beijinhos
Como ainda não sei onde quero chegar, não importa a estrada....rs
ResponderExcluirZé,
ResponderExcluirAcho importante não deixarmos de caminhar, saber quando descansar no caminho e quando ele chegar ao fim.
Então, pegamos outra estrada, e outra e outra...
Tô conhecendo o seu blog.
bj
Muito interessante. E me fez pensar assim. Por vezes o caminhante se perde, mas mesmo perdido pode se achar.
ResponderExcluirOutros se perdem em atalhos, e não voltam, seguem, e quando percebe-se não estava perdido, estava desbravando outros caminhos, estava se desbravando. Achando-se no próprio destino.
Sabe, gosto quando o poeta escreve e eu fico pensando comigo e para mim, fico conversando comigo. E nas palavras do poeta faço um caminho para o meu "eu".
Já viu e sentiu que gostei muito. Abraços
Todos nós somos, muitas vezes, caminhantes solitários em busca de uma estrada imaginária. Nossas caminhadas nos leva ao desconhecido. Que bom enquanto podemos caminhar mesmo sendo chamado de "errante caminhante".
ResponderExcluirAbraço,
Bom dia Zé,
ResponderExcluirde novo, peguei o atalho e venho aqui, apreciar o seu caminho.
Fico sempre contente com sua presença comentando as coisinhas que deixo lá no florescer. Muito obrigada.
Um abraço
Olá Ex-Controlador, Odontólogo e não me lembro mais o quê... rs
ResponderExcluirSempre te vejo, de longe, nas casas de amigos (Jacinta, Dauri, Deusa, Vanuza...) mas nunca me atrevi a vir aqui...
Hoje tomei coragem!
Invadi sua casa, me descobri na estrada e no caminho, porque nunca sou destino. Me vi despedindo-me do Elvis, que deve estar fazendo companhia à minha amiga de infância Aparecida (porque apareceu do nada), ou seja, adorei o que encontrei...
Voltarei, com certeza!
Muita luz no seu caminho
beijo
Belo post, diz muito sua narração poética.
ResponderExcluirAbraços Zé.
Lindo dia meu querido amigo
ResponderExcluirbeijos